Quem
não gosta de fazer turismo? O sonho de Ritinha é visitar o Museu Punk de
Reykjávik, Islândia, que se situa no subterrâneo de antigo banheiro público
feminino. Por enquanto, acumula experiências musicais com a Banda Garage, de
Betim.
Amadurecimento e envelhecimento saudáveis são possíveis. As dores e os amores ao envelhecer são temas do autor ao escrever sobre seu próprio envelhecimento, com humor e conteúdo. Sigam o “blog”. Algumas boas ideias podem aparecer.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
APOSTA
Claro
que a personalidade de jovens como Ritinha ainda carrega ambiguidades difíceis
de se compreender à primeira vista. A aposta do dia na família é quanto tempo
durará sua versão punk? Todos garantem que terminará quando ela perceber que a
conta de seu celular não foi paga.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
ORELHA
Não
há pulga atrás da orelha, nem conselho de pai, que faça Ritinha retirar seus
brincos. Ela agora é punk e pronto.
domingo, 21 de janeiro de 2018
FILÓSOFO
“Eu
sei que nada sei, mas desconfio de muita coisa”. Segundo Ritinha, é o que diria
um filósofo socrático-roseano. Era sua resposta a quem afirmava que ela fazia
perguntas demais e tinha soluções de menos. Filósofos punk não bebem cicuta,
emendava, então, que me tolerem.
https://www.facebook.com/paulocezar.ventura/posts/2010698298947093
sábado, 20 de janeiro de 2018
MACARRÃO II
Apesar
de sua birra pelas regras estabelecidas em casa, o prato de domingo (sempre
macarrão) era o favorito de Ritinha. Sai de seu subterrâneo, postou-se à mesa
junto com manos, primos e outros bichos. Mas quando viu que era macarrão ao
alho e óleo, não resistiu: - vocês irão comer essas lombrigas?
MACARRÃO I
Domingo,
dia de macarrão na casa dos familiares de Ritinha. Uma tentação. Quando sua mãe
chega à janela do porão e grita - à mesa, ela respondeu: - mãe, não como
macarrão ao alho e olhos!
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
CERCO
O
cerco está feito. Familiares de Ritinha querem, de todo jeito, tirá-la dos
subterrâneos da casa e trazê-la de volta à “vida normal”. Tarde demais. Ela já
pertence a uma tribo, toca em uma banda que imita a Plebe Rude e se tatuou como
uma punk.
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