Ficar apenas no porão de sua casa não era a intenção de
Ritinha. Haveriam outras como ela nos submundos de outras casas. Que poderia
usar como chamariz no universo de meninas punk?
Amadurecimento e envelhecimento saudáveis são possíveis. As dores e os amores ao envelhecer são temas do autor ao escrever sobre seu próprio envelhecimento, com humor e conteúdo. Sigam o “blog”. Algumas boas ideias podem aparecer.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
VIDRO
Diante de tantas repreensões a seu universo punk
comportamental, Ritinha pensou em tirar sua vida cortando os pulsos com um caco
de vidro colorido encontrado em seu porão. De repente, parou: - eu sou punk mas
não sou doida. E fez do caco de vidro um pingente para sua indumentária.
#microcontosescambau #concorrendo
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
ECO
Quieta nos subterrâneos da casa, cheia de brincos, correntes
e anéis, com cabelos coloridos e ouvindo Ratos do Porão, Ritinha começa a ouvir
ruídos estranhos, tipo música erudita, vindos não sabia de onde. De repente,
sua consciência lhe falou: - calma, é apenas o eco de seu inconsciente.
#microcontosescambau #concorrendo
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
PORÃO
Para
fugir da trama familiar que queria obrigá-la a frequentar os cultos religiosos
e se transformar em pregadora, missionária, freira, ou coisa parecida, Ritinha
passou a viver escondida nos subterrâneos da casa e escutar baixinho sua música
de resistência. Sua banda favorita? Ratos do Porão.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
BUMERANGUE
Lançadas no vazio, palavras voltam como eco, fortemente, sobre o inventor de frases. Ele sempre imaginou que o dizia era terminal. Dito e feito. Mas não. Palavras são como bumerangue. Batem e voltam.
MELANCIA
Desde que aterrissou nesse planeta, o navegador interplanetário listava coisas inusitadas, estranhas, bizarras que encontrava. O mais curioso da lista era a melancia, de sabor insosso, e que os habitantes comiam como se fosse uma maravilha.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
TERCEIRO DIA DO ANO DE 2018
Terceiro dia do ano, terceiro dia do mês de janeiro. Hoje cheguei cedo no escritório, esperava encontrar com Fátima no Skype, mas ela teve um contratempo, neta doente, e só foi possível conversar às 15h30min. Então fui arrumar o ambiente de trabalho, que está meio embolado depois de um ano de trabalho. Com relação ao trabalho, além desse processo de arrumação, eu também trabalhei no texto do livro de projetos, que está quase pronto.
No mais, eu não fiz grande coisa não. Assisti um filme no Netflix, pedi almoço no escritório, uma salada com omelete, simples, leve e um pouco insosso. Escrevi também um microconto para o concurso Escambanautas.
Cheguei em casa por volta de 18h30, minha mulher já estava. Eu a havia convidado para sair, ela não quer porque está muito cansada, segundo ela. Continuo achando que ela me evita. Mas...
Amanhã vamos a Cordisburgo, no Museu Casa de Guimarães Rosa.
Quem sabe eu terei mais coisas para contar à noite?
No mais, eu não fiz grande coisa não. Assisti um filme no Netflix, pedi almoço no escritório, uma salada com omelete, simples, leve e um pouco insosso. Escrevi também um microconto para o concurso Escambanautas.
Cheguei em casa por volta de 18h30, minha mulher já estava. Eu a havia convidado para sair, ela não quer porque está muito cansada, segundo ela. Continuo achando que ela me evita. Mas...
Amanhã vamos a Cordisburgo, no Museu Casa de Guimarães Rosa.
Quem sabe eu terei mais coisas para contar à noite?
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O PROCESSO DE ESCRITA DO LIVRO “SABERES OCULTOS ENTRE MONTANHAS”
Escrevo poesias desde meus quinze anos. O mote para começar foi a leitura que fiz do poema Se, de Rudyard Kipling e pensei que poderia escre...
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Uma senhora idosa aproximou-se do balcão do banco com passos lentos, mas firmes. Estendeu o cartão bancário ao caixa e, com uma voz serena, ...
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