segunda-feira, 23 de outubro de 2017

RIO

Saulo parou na ponte para ouvir o rio. Esperava que as águas contassem, com seu murmúrio, uma estória que calasse a angústia que carregava, ou indicasse possibilidades. Como todos, o rio também parecia dizer que ele tinha a resposta. Não pulou. Voltou para casa e escuta Tschaikowsky.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

O PROCESSO DE ESCRITA DO LIVRO “SABERES OCULTOS ENTRE MONTANHAS”

Escrevo poesias desde meus quinze anos. O mote para começar foi a leitura que fiz do poema Se, de Rudyard Kipling e pensei que poderia escre...